quarta-feira, abril 26

Imersão


Um mundo de magentas e amarelos

Eu (não) me lembro

Ele, um desafeto. Ela uma parede. Quando perdeu-se ficou violento. Vomitou no colo dela.
Ele, que queria ser pássaro, virou pombo. entre prédios, avenidas e sons. Estendeu-se no bar.

Abriu a boca e blasfemou. uma vergonha. dizia-se ainda cordado. mas quem dera. e assim, elemento isntável, meio urânio abraçou o cimento. q bobagem. tudo hidrogênio enrriquecido. agora a diferença entre ele e o nada era aquele bendito neutrón, a ponto de fusão. sem pares de cerveja. sem pares de qualquer tipo.

fundiu-se ela e o cimento. e fudeu-se ele e quase o cimento. não é a santissíma trindade: ele-ela-cimento. aqui se há santidades, há uma. por ...sem pores...

não houve queda, não houve chão. apenas este mundo - de verdade e pastoso - e um anti.

força - e equlibrio, ou média - é o que lhe falta.

cena -01 - interna-bar -noite

ele bebe uma cerveja com amigos

cena 02 - externa-rua-noite

semaforo amarelo

cena 03 - interna-estúdio-noite

ele tenta ligar a CAM. CAM cai.

cena 04 - interna-estudio-noite

ele tentando remendar a cam

cena 05 - plano vazio

ceu, difuso, ruído estridente

*faltará força?*
*haverá o que quebrar?*
*quantos anos ele tem? (cinco?)*
*procurando o botão de pause*
*claro, ambos avisados: não é de confiança*
*e ela sempre dando explicações (nem sempre)*

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